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Cadê a denúncia?

Por: Eduardo Cardona  - RS
Caros Colegas:
 “ ... vou lhes contar uma história que há alguns anos atrás teria ocorrido na Comarca de Bagé-RS, a qual, dizem que verdadeira e citam o nome do "Advogado... O causídico estava em pleno juri e manseava constantemente os autos, dando a impressão que procurava insistentemente algum documento. 

Folhava os autos colocando sempre a mão na boca, aparentemente com o intuito de molhar os dedos e facilitar o manseio do papel.
 Cerca de meia hora ou pouco mais após aquela procura frenética, virou-se para o Juiz e exclamou: Excelência esse juri não pode ocorrer, sob pena de nulidade.
Tanto o Juiz como o Parquet levaram um susto e indagaram qual o motivo.
 O causídico levou os autos até o Juiz e na maior parcimônia disse: "Há horas procuro a denúncia e não a encontro. Talvez  o senhor ou  o ilustre representante da Promotoria possam localizá-la, entregando os autos ao Juiz.
 Juiz e Promotor passaram a procurar a denúncia alucinadamente.
Após vários minutos e depois de examinarem os autos 3 ou 4 vezes acabaram concordando que realmente não havia denúncia, cancelando o juri.
 Sabem o que ocorrera?
O "ilustre causídico", fingia que folhava os autos, mas em realidade arrancava pequenos pedaços da folha da denúncia e os punha na boca, engolindo-os, até que terminasse qualquer resíduo ou vestígio de que antes havia uma folha de papel, restando apenas, como prova do ato, a numeração dos autos, onde antes havia a denúncia, houve uma solução de continuidade na numeração.
Mais tarde ele teria confessado ao cliente o que havia feito e esse, quando elogiava seu "defensor" costuma citar o episódio.
Esse causídico também "comeu" notas promissórias de uma execução no balcão do cartório sem que ninguém se desse conta no ato.
Não sou criminalista, mas entendo que um fato desses condenável, não deve ser usual para quem atua na área, caso contrário a famosa "lei do Gérson" estaria sendo aplicada até mesmo no nosso meio profissional.
 Saudações.
 Eduardo Cardona, POA/RS (

 
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